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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Sobre Disciplina.


Quanto mais eu construo uma crença libertária compatível com minha sexualidade, mais severo me torno como Dono. Se todo desejo é uma perversão de um valor nobre, quanto mais liberto você é; mais perverso você será caso se permita.
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Nunca fui tão exigente em relação a disciplina como tenho sentido necessidade de ser. Comigo mesmo e em relação a qualquer pessoa com a qual venha a me relacionar. Isso é um sinal inegável de alguma espécie de procura fina, já não me servem as belezas indomadas, as que não se curvam. Eu só vejo riqueza no que posso investigar a meu modo. Decifrar e devorar. No que me é dado voluntariamente e com mansidão. Perdi o interesse em disputar palmo a palmo essas confianças; ou elas são dadas ou não são. No fundo é assim que funciona.
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Uma vez entendidos os limites de cada um não pode haver fricção acerca dos papéis; porque essas disputas destroém a beleza da cooperação todinha. Quem dá poder a seu Dono é você, no final das contas.
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As pessoas acham que pervertidos são caras que se excitam com qualquer coisa. Sacanagem com os pervertidos. Na verdade é o contrário, pervertidos precisam de estímulos tão específicos e incomuns para se excitarem que sua sexualidade é muito menos abrangente e muito mais profunda que a de pessoas médias. Portanto a maneira de nos atingir tem que ser profunda, não generalizante. E assim, de nossa parte, respondemos com profundidade. E as coisas funcionam.
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Disciplina tem a ver com a profundidade da entrega. Com o sentido do ato de ver-se disciplinada, psicológica ou físicamente, muito mais do que com o ato físico propriamente. A disciplina é a prova de submissão voluntária.
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A aceitação da violação se materializa na disciplina. E a disciplina é a oportunidade da submissa demonstrar uma série de coisas a seu Dono; profundas, sobre o tamanho da sua entrega.
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Se há aceitação emocional da figura violadora pra além da aceitação sexual; isso é como dizer eu te amo na literatura do Marquês de Sade. A beleza disso é única e só quem já viveu momentos assim sabe.
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Disciplina é muito mais que obediência. E muito melhor.
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sábado, 14 de fevereiro de 2009

Alexandre.


Alexandre teve como herói Aquiles. Eles representam uma identidade masculina específica e esquecida.
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Dentro das imagens de poder do sagrado masculino eles são representantes de outro símbolo; um dos muitos arquétipos da nossa identidade ancestral. Tanto quanto Ricardo Coração de Leão significa um guerreiro da tradição e da liturgia do sagrado, o peregrino. Outro símbolo.
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A escolha dos heróis é decisiva, pra qualquer um. De minha parte, eu me filio a Aquiles e Alexandre como messias de uma poderosa identidade masculina, um arquétipo ancestral que ronda as gerações.
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É como se os heróis que escolhemos como referencial nos soprassem, de seus túmulos, como gostariam que nos comportássemos para sermos dignos de sua benção. Que valores devemos mais ainda que "viver"; buscar "ser" em nossa existência. Nossos heróis são nossos exemplos em formato de arquétipo.
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Quando você se filia a um herói você indica que os valores gerais dele são os que você admira e tem como meta.
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Por Carlos Brazil:
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Um homem que viveu há mais de 2.300 anos e ainda desperta grande interesse. Um personagem controverso, do qual há opiniões das mais diversas, desde aqueles que o consideram um herói até os que o qualificam como figura desumana. Um conquistador que construiu em pouco mais de uma década um dos maiores impérios da História da humanidade. Este é Alexandre, O Grande - filho do rei da Macedônia, Felipe II -, que ao assumir o trono de seu país iniciou uma campanha de expansão de seus limites territoriais nunca antes vista pelo homem.
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Ele não chegou a completar 33 anos de idade, mas deixou um legado considerado de grande relevância para a formação do que hoje é conhecida como cultura ocidental. Alexandre - considerado um gênio militar à frente de seus exércitos - extendeu os domínios da Macedônia (à época, umas das sociedades que compunham a comunidade helenística, na Grécia antiga) desde o Mar Egeu, na Europa, até o norte da Índia (Ásia). Para chegar até lá, passou pelo Egito (África), Turquia, Afeganistão e Paquistão (Ásia).
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Mas, afinal, qual é a real relevância da figura de Alexandre para a História da humanidade?
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"Alexandre é um nome importante para a definição mesmo do que é o Ocidente. É ele que vai alargar os limites do que até então poderia ser reconhecido como sendo uma possível fronteira do que entendemos hoje por Ocidente, que era a Grécia clássica das cidades-estados, no Mediterrâneo Ocidental", afirma o professor José Otávio Nogueira Guimarães, do Departamento de História do Instituto de Ciências Humanas da UnB (Universidade de Brasília).
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"Ele era realmente uma figura diferenciada, e creio que nenhum líder na História da humanidade tenha uma trajetória tão fulgurante e conseguido em tão pouco tempo realizar tanta coisa", diz, por seu lado, o professor de História Antiga José Luciano Cerqueira, coordenador do curso de graduação em História da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).
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Alexandre surge na História em um momento de crise da cultura helenística, com a decadência das chamadas cidades-estados da Grécia Antiga após a Guerra do Peloponeso, que envolveu as duas mais destacadas cidades de então: Atenas e Esparta.
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"A época de Alexandre, que é o século IV a.C. - ele nasceu em 356 a.C., Felipe, o pai dele, assumiu o trono da Macedônia em 359 a.C.-, é marcante. Ele surge num momento em que o mundo grego está passando por uma crise muito grande. O modelo grego político por excelência era o da polis, ou cidade-estado. Mas uma guerra entre as duas principais polis gregas - que eram Atenas e Esparta, e essa foi a Guerra do Peloponeso, que durou 27 anos - desgastou o modelo ao extremo. Foi uma guerra que implicou em traições de parte a parte, saques... quase todos os valores gregos foram abandonados. Então, essa guerra desgastou tanto o modelo de cidade aristocrática, representado por Esparta, quanto o modelo de cidade democrática, representado por Atenas", explica Cerqueira.

Transição
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Desta forma, Alexandre se insere em um momento de transição, e sua atuação será determinante para a formatação do período que vem a seguir de sua curta trajetória de líder que morre muito jovem.
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"O que o Alexandre vai fazer com suas conquistas - que em um primeiro momento se estendem sobretudo em direção do Oriente - é colocar essa Grécia clássica em contato com um mundo até então desconhecido e que vai permitir justamente esse processo de alargamento da noção de Ocidente no sentido de que esse Ocidente vai ser vitorioso militarmente, pelo menos com Alexandre, nesse processo de expansão das fronteiras do mundo helênico. Então, acho que Alexandre é, em grande parte, um dos responsáveis pelo fato de que o legado cultural grego tenha permanecido e tenha se consolidado durante esse momento", analisa o professor José Guimarães.
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A expansão promovida por Alexandre e seus exércitos em pouco mais de dez anos permitiu a propagação da cultura helenística para pontos jamais antes imaginados pelos homens de então. "Alexandre acelerou a helenização", diz Cerqueira.
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Outra marca desse grande conquistador era sua característica visionária. Ele enxergava mais longe e via oportunidades e perpectivas em lugares que, posteriormente, viriam a ser comprovados como estratégicos.
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É o caso das chamadas Alexandrias - estima-se que teriam sido fundadas 32 cidades com este nome - que, mesmo depois da morte de Alexandre, viriam a demonstrar grande vigor e tornar-se pólos culturais e econômicos de importância considerável.
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O principal exemplo foi a Alexandria erguida no Egito, ao largo do delta do rio Nilo. A cidade experimentou tal prosperidade que foi considerada uma das mais importantes da Antigüidade, com sua biblioteca, museu e o próprio Farol de Alexandria, uma das sete maravilhas da humanidade. Alguns estudiosos dizem que a cidade teria tido uma população de mais de 1 milhão de pessoas.
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"O olho dele (Alexandre) para escolher cidades é um dos aspectos importantes para a civilização ocidental. Essas várias Alexandrias seriam grandes centros de difusão do pensamento grego, helênico", indica o professor Cerqueira.
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Credita-se, também, a Alexandre a construção dos alicerces do que seria, posteriormente e por centenas de anos, o protótipo de modelo político hegemônico na humanidade. Primeiro, com o Império Romano, que sucedeu o seu império algumas centenas de anos após sua morte. A seguir, o modelo de compreensão entre os povos, que acabou sendo marco da atuação de Alexandre em relação a seus conquistados e que viria a se refletir na cultura cristã, surgida pouco mais de 300 anos depois.
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"Vai ser uma coisa importante, porque esse é um momento em que a ordem das cidades-estados, que era extremamente rígida, institucional - quer dizer, se você nascesse cidadão você tinha direito a ter uma dignidade, a ser um animal racional, a participar do mundo político -, vai ser rompida. Passa-se a dizer em tom de igualdade: `você pode ser homem, mulher, escravo, desde que tenha contato com o ecúmeno, com a totalidade´. Isso está preparando o cristianismo: `somos todos irmãos desde que nascemos´. Isso é revolucionário para a época", avalia José Guimarães. "A inserção do homem no mundo se dá agora pela sua individualidade, porque ele é um particular na história, e não porque ele faz parte de uma casta, de uma rede."
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"Os gregos eram extremamente auto-referentes. Eles achavam que grego era uma coisa e bárbaro era outra. E todo mundo que não fosse grego era bárbaro. Portanto, seria inferior. Alexandre já tinha uma posição diferente. Ao longo da campanha dele, que vai realizar contra o Império Persa, vai deixando transparecer cada vez mais - até afirmar isso claramente nos seus últimos anos de vida - que para ele não há distinção entre bárbaros e não-bárbaros. A distinção é entre os homens bons e maus. Esse vai ser um traço de Alexandre", acrescenta Cerqueira. "Eu acho que o que tem de interessante em Alexandre, que vai preparar o terreno para uma posterior civilização como a romana, é justamente esse processo de absorção e sincretismo, que é uma das características principais do chamado período helenístico histórico, no qual se dá a ação de Alexandre, de absorção de cultura, elementos artísticos, religiosos e até mesmo sócio-políticos", conclui.
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Combatente tenaz
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Parte da tradição historiográfica construída sobre a figura de Alexandre a partir do século XIX valoriza muito as habilidades militares do personagem. Ele é reconhecido como um grande líder e até mesmo estudiosos da área de Administração citam suas estratégias de logísticas como exemplares para o sucesso de sua campanha militar.
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Para se ter uma idéia, ao invadirem a cidade de Tiro - uma ilha contígua à costa do Mediterrâneo que possuía um importante porto a serviço dos persas -, Alexandre e suas tropas promoveram um cerco de sete meses no qual construíram uma passagem entre o continente e a ilha para viabilizar o transporte de suas máquinas de guerra e das tropas.
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"Alexandre se destaca mais por ver mais longe e agir com muita rapidez. Ele sempre combateu com um número de tropas muito inferior que os inimigos. Mas se movia com muita rapidez, aparecia onde não se esperava, desnorteava, surpreendia os inimigos nas suas movimentações", lembra Cerqueira.
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Aventureiro
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O que chama também a atenção da pessoas na personalidade de Alexandre é o seu espírito conquistador e aventureiro. Ele percorreu mais de 6.500 quilômetros com suas tropas, atingindo localidades jamais antes vistas por seus pares helênicos.
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"Ele faz uma viagem de sete anos que parece mais expedição científica do que propriamente uma campanha militar. Alexandre chegou a correr riscos de vida várias vezes em combate, mas não havia nada assim tão importante em jogo. Ele pretendia continuar, e, se o tivesse feito, teria penetrado em território chinês. Mas seus soldados se revoltaram, terminaram não aguentando mais, e, no norte da Índia, na região que seria hoje o Paquistão, no rio Hindus, ele iniciou, a contragosto, a viagem de volta. Aí volta para a Babilônia (coração do antigo Império Persa conquistado por ele, onde hoje localiza-se o Iraque), onde vai viver muito pouco tempo. Dizem que tinha planos para conquistar a Arábia, para conquistar Roma, Cartago... ninguém sabe certamente quais eram os planos dele. Mas, aí, morreu com 33 anos incompletos", indica Cerqueira. "Foi tão longe com apenas 33 anos quanto ninguém antes tinha ido."

Figura controversa
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Se por um lado as características de liderança, genialidade militar, reconhecimento de outras culturas e capacidade de mobilização são marcas valorizadas na figura de Alexandre, outros traços de sua personalidade e algumas de suas atitudes deixaram manchas em sua reputação.
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Não é necessário ir muito longe para notar essas perspectivas negativas em relação à personalidade do conquistador. Uma canção de Zé Ramalho muito popular, Mulher Nova, Bonita e Carinhosa Faz o Homem Gemer Sem Sentir Dor, composta sobre poema de Otacílio Batista, cita em determinado trecho: "Alexandre, figura desumana, fundador da famosa Alexandria...". Também em algumas localidades por onde Alexandre passou na Ásia e Oriente Médio, é mantida a tradição de que o conquistador seria o próprio diabo.
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Esses predicados negativos foram adquiridos diante de atitudes violentas e radicais. Um exemplo foi a destruição da cidade de Persépolis, na Pérsia, decidida por vingança contra uma invasão persa à Grécia 150 anos antes, ou então o extermínio da população masculina de Tebas (Grécia) após uma guarnição militar macedônica ter sido dizimada. As mulheres e crianças sobreviventes deste ataque foram vendidas no mercado de escravos.
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"Alexandre é uma das figuras mais polêmicas do universo historiográfico do século XIX para cá. Foram construídas várias personagens diferentes em torno dos testemunhos que chegaram até nós. Em torno de Alexandre, há todo um ciclo lendário", explica o professor José Guimarães.
"Ao lado do gesto bárbaro de quem mandou incendiar Persépolis, ele mandou prestar grandes homenagens ao rei (Dario, da Pérsia, grande oponente de Alexandre em sua busca pela conquista da Pérsia, que veio a ser assassinado por seus próprios aliados) e assumir o trono persa. Depois disso, iria se casar com uma das filhas de Dario e fez questão que o assassino fosse encontrado, punido e executado", pondera, por sua parte, Cerqueira.
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Sexualidade
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O filme Alexandre, do diretor Oliver Stone, chegou aos cinemas provocando grande polêmica, principalmente em razão de como é tratada a sexualidade de Alexandre, O Grande. Na superprodução, o conquistador mantém um relacionamento muito íntimo com seu grande amigo de infância, Hefestion, além de serem sugeridas outras experiências homosexuais, tanto de Alexandre quanto de companheiros seus.
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Mas o que há de verdade nessa abordagem sobre a eventual homossexualidade do personagem?
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"O que eu acho importante lembrar é que existe uma historicidade dessas fronteiras. O que é o que a gente chama hoje de másculo, não no sentido biológico, mas no sentido cultural, mudou. E na cultura grega clássica, havia um grande espaço para práticas homossexuais, que faziam parte do processo de iniciação guerreira de jovens. Jovens se iniciavam tendo relações sexuais com outros jovens soldados, jovens oblitas, ou jovens cavalheiros, o que era visto como algo completamente separado da vida conjugal e sexual que eles tinham nos seus casamentos. Não era algo que entrava em conflito ou em contraste com isso. Na cultura helênica, em geral, existiam certas práticas homossexuais, sobretudo pelo sexo masculino, que eram aceitas socialmente e institucionalmente. O cristianismo, bem mais tarde, é que vai moralizar um pouco e tentar excluir isso", lembra José Guimarães.
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Em busca do mito de inspiração de Alexandre
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Indícios históricos apontam um grande fascínio de Alexandre pelos mitos gregos, sendo Aquiles, o grande herói grego da Guerra de Tróia, um de seus modelos. (...)
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PS do Marte: O herói do evangélico é Jesus. Pra mim Jesus é Alexandre. Cada um elege seu messias, sua figura religiosa libertadora. É Aquiles no céu e Alexandre na terra. Com direito a oração e tudo.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

As asas.

"A gente sempre destrói aquilo que ama. Em campo aberto ou em uma emboscada. Alguns com a leveza do carinho, outros com a dureza da palavra. Os covardes destroem com um beijo, os valentes com uma espada."
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(Oscar Wilde)
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Quem quer que ame deve lidar com destruição e culpa.
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E saber quando já teve o suficiente disso.
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A hora de parar. A hora de tentar.
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A hora de esperar.
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Se você erra seu tempo, você se fode. E fode os outros.
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Cada um de nós morre inevitavelmente sozinho, mesmo no meio de uma multidão.
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Então cada um de nós precisa escolher. E assumir sua escolha.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

A Fiel.

Tive orgulho de você.
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Rute 1:16,17
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"...porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus;
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Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o SENHOR, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti."
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sábado, 31 de janeiro de 2009

Um bom acordo.

Que tipo de acordo um Dom e uma Switcher podem fazer para que ambos se divirtam?
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Me ocorre que há poucas coisas mais nobres do que uma Casa que possua como arauto uma vilã feroz. Uma guardiã. É como aquela história nerd dos Sith, de que nunca há apenas um.
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Uma imagem bonita.
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Eu tive uma releitura louca e inexequível sobre a relação de Marte e Minerva. Em que pese ele amar profundamente Afrodite e as ninfas, seu recalque era a deusa que nasceu marchando. O ataque frontal a todo recalque é fundamental pra gente ser corajoso. O recalque de Ares era, sem dúvida, Athena.
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Posto que uma Switcher teria na sua lealdade seu prazer, é justo que ela possa ter as chaves do calabouço e cuidar dos anjos. Um bom acordo, leal.
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Sexo pode ser bastante divertido. Especialmente se você mantém a mente aberta.
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Bingo. Achei outra imagem poderosa. O arauto.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Ele.


Curinga (português brasileiro) ou joker (português europeu) , também conhecido como coringa ou melé em algumas regiões, é a carta do baralho que, em certos jogos, muda de valor conforme a combinação de cartas que o jogador tem em mãos.
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Wiki: "O Coringa se considera um grande humorista, e usa armas inspiradas em comédia. Estas incluem uma luva com dispositivo eléctrico (que dá um choque letal), tortas de cianeto e uma flor que espirra ácido. Sua marca registada é o "gás do riso", um veneno que leva a vítima a morrer de tanto rir enrijecendo seus músculos e deixando-as com um sorriso no rosto, ao qual o Coringa é imune.
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Geralmente frágil, nocauteado com um soco, o Coringa, por mais de uma vez, demonstrou a força anormal dos loucos. Neste estado de insanidade, é um combatente hábil, capaz de segurar uma briga contra Batman, e algumas vezes subjugar-lo. O Coringa é inteligente, armando esquemas elaborados e possuindo conhecimentos avançados de química, genética e engenharia.
Sempre com sarcasmos a flor da pele, constroem situações nos quais as vitimas passam a acreditar que elas mesmas tem um percentual de culpa por alguma catástrofe, provocada, claro, pelo Coringa.
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O Coringa também conseguiu sobreviver a inúmeras situações mortais, tendo sido atirado de precipícios, electrocutado, pego em explosões e baleado diversas vezes e sempre voltando.
A lista de atribuições de Coringa é considerada "invejável". Se trata de um sádico, louco, psicopata, psicótico, maníaco e homicida. Porém, acima de tudo, um gênio! Ele tem um elevado conhecimento químico, de engenharia, explosivos e talvez mesmo de psicologia.
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Não se sabe exactamente de qual tipo, mais Coringa tem um certo conhecimento de artes marciais. Ele tem uma estrutura corporal superior, sendo mais flexível, resistente e forte. O que faz o Coringa ser um tanto invejado por Batman, é algo que nenhum outro vilão seu faz, que é sorrir diante de um fracasso ou de uma derrota; e isto é algo que Batman nunca consegue compreender realmente, causando também uma certa obsessão pelo vilão.
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Certa vez, o Coringa tentou espalhar o gás do riso com um dirigível, dizia ele: "Eu vou por um sorriso na cara da sociedade!". Seus planos foram impedidos pelo Batman, que fez o dirigível cair no rio Gotham. O Coringa voltou a sua camisa-de-força para Arkham.
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A mente de Coringa é algo tão complexo quanto se pode imaginar. Ele nunca é capturado definitivamente, e sua personalidade e suas maneiras de proceder, que são únicos, diante de uma situação são que fazem dele um vilão que tem mais fãs do que muitos super-heróis."
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http://br.geocities.com/romancepbm/1414972498_ee568bdea5_o.jpg
Clique aqui, é genial. Uma página onde o Coringa faz um monólogo.
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"A Piada Mortal
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Uma possível origem do Palhaço do Crime foi contada na Graphic novel intitulada Batman: A Piada Mortal, de 1988. Escrita por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, é considerada uma das melhores histórias de super-heróis já escritas. Nela acompanhamos a origem do personagem sendo contada através de flashbacks. Após fugir do Asilo Arkham, o Coringa decide provar ao Batman que basta apenas um momento de intensa pressão psicológica para que um indivíduo escolha a loucura como meio de subjugar uma realidade de intenso sofrimento. Para isso o Coringa e seus comparsas invadem a casa do Comissário James Gordon, para sequestrar-lo. Além disso o Coringa dá um tiro na barriga da filha do Comissário, Barbara Gordon, a Batgirl, deixando-a incapacitada, em seguida ele a violenta sexualmente (sugerido pelos autores) registando tudo em fotos.
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Posteriormente o Coringa leva o Comissário a um parque de diversões macabro e o coloca numa montanha-russa que circula em meio a projeções de fotos de sua filha sendo violentada. Com isso ele tenta provar sua tese, deixando Gordon louco. Após intervenção do Batman, salvando Gordon e prendendo o Coringa, sua tese não é concluída objectivamente, pois Gordon não enlouqueceu, apesar de toda a pressão a que fora submetido. Isso levanta a questão: Por que será que alguns escolhem a loucura como subterfúgio de uma realidade massacrante (como o Coringa e o próprio Batman), e outros não? O final da inquietante Graphic Novell, se dá com uma piada contada por Coringa ao Batman. "Dois Loucos fugiram do asilo, mas teriam que atravessar um precipício para finalmente conseguirem escapar, nisso um fala para o outro: -Vamos lá, eu acendo a lanterna e você atravessa por cima do feixe de luz. E o outro responde: - Você acha que eu sou louco??? Vai que você apaga a lanterna e eu caio lá embaixo!" Batman e Coringa gargalham juntos e se abraçam."
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"In Batman: The Killing Joke, the Joker shoots Barbara Gordon (then known as Batgirl and in later comics as Oracle), rendering her a paraplegic. He then kidnaps Commissioner Gordon and taunts him with enlarged photographs of his wounded daughter being undressed, in an attempt to prove that any normal man can go insane after having "one really bad day." The Joker ridicules him as an example of "the average man," a naïve weakling doomed to insanity. The Joker fails in his attempts to drive Gordon insane, because Batman saves the commissioner. Although traumatized, Gordon retains his sanity and moral code, urging Batman to apprehend the Joker "by the book" in order to "show him that our way works." After a brief struggle, Batman tries one final time to reach the Joker, offering to rehabilitate him. The Joker hesitates and considers the idea, but ultimately refuses, saying it's too late for him and that he's too far gone, but shows his appreciation by sharing a joke with Batman (at which Batman actually laughs) and allowing himself to be taken back to Arkham.[21]
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The Joker murders Jason Todd, the second Robin, in the story A Death in the Family. Jason discovers that a woman who may be his birth mother is being blackmailed by the Joker. She betrays her son to keep from having her medical supply thefts exposed, leading to Jason's brutal beating by the Joker with a crowbar. The Joker locks Jason and his mother in the warehouse where the assault took place and blows it up just as Batman arrives. Readers could vote on whether they wanted Jason Todd to survive the blast. They voted for him to die, hence Batman finds Jason's lifeless body. Jason's death has haunted Batman ever since and has intensified his obsession with his archenemy.[12]"
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Comentário: O Coringa se destaca como arqui -rival do Batman não apenas por ter matado mais de 2.000 pessoas desde sua primeira aparição, mas também porque sua obssessão pelo vigilante mascarado é sua grande motivação para cometer os crimes. O Coringa não quer dinheiro, conforto ou fama. Ele não quer tudo quanto desejam a maioria dos vilões. O Coringa quer "ver o circo pegar fogo".
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O vilão não tem passado, sua origem nunca foi confirmada. As digitais não possuem registro e não há nada sobre sua infância. Ternos sem etiqueta, nenhuma casa ou antecedente. Ninguém sabe seu verdadeiro nome. Justamente por isso: O Coringa não possui uma identidade secreta. Ele não é Bruce Wayne, o alter-ego almofadinha de Batman. Ele só tem uma identidade. Terrorista demoníaco; assassino; aberração. Louco.
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Não se admite louco porque possui uma lógica própria que dá sentido a suas ações e assim se parece muito mais com um fanático do que com alguém insano realmente. Por trás do palhaço há uma defesa ideológica de um senso novo de liberdade perversa, o caos. O Coringa é um fanático agente do caos. Parece com algum tipo de religião pra ele.
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O Coringa é como um dos cavaleiros do apocalipse, um cruzado do caos. Sua mensagem é seu grande fardo. Ele age como um messias, explodindo gente, envenenando, desiludindo e ferindo para alcançar o ponto onde as pessoas quebram. O grande cinismo do Coringa é que sua pintura de guerra é a de um palhacinho.
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"En el cómic Batman: Arkham Asylum, de Grant Morrison y Dave McKean, se explica, en cierto modo, cómo funciona la mente del Joker: Está más allá de cualquier tratamiento psiquiátrico. Es un superdotado con un enorme potencial intelectual. Su cerebro recibe demasiados impulsos y no puede parar de recibir información. Es decir, es demasiado consciente del mundo que le rodea. Esta "superconsciencia" hace que su única forma de protegerse sea reinventarse cada día. Por eso un día es un bufón, otro día un psicópata. Su retorcido sentido del humor, su lógica oblicua y sus bromas de doble sentido completan ese cuadro mental que se centra, única y exclusivamente, en Batman. El joker, según esta obra, opina que Batman es también un demente y que debería estar con él en el hospital psiquiátrico Arkham. Es cierto que en muchas obras se ha especulado acerca de la fina línea que Batman no cesa de cruzar y que separa la razón de la locura."
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Vê-se na posição de um vanguardista. Crê que tudo é caos, que no fim cada um luta para salvar a própria pele e, portanto, crê que o amor só existe através da admiração de sua própria experiência individual. Ele é um vanguardista do amor próprio. O Coringa ameaça ter uma beleza como personagem mas logo cai na desesperança e na feiúra de um egocentrismo profundo.
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O Coringa existe pela única razão de atormentar e corromper Batman. É o arquétipo da contraposição do herói, e abraça essa natureza de forma pacífica. Ele compreende muito melhor sua missão do que o próprio Batman, que vive em conflitos.
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Batman e Coringa são representações antigas, enculcadas em cada um de nós. Nossos ancestrais contavam histórias em volta de fogueiras. Hoje em dia os velhos não fazem mais isso e os jovens não estão mais interessados, a televisão é quem narra os poemas épicos. Mas o que guardam em comum essas narrativas do herói e do vilão desde sempre? Que tipo de identidades temos com elas?
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Para mim Batman e Coringa representam lados opostos em nós mesmos. Batman chama pelo dever para com os outros, para nossas tormentas morais internas, para nossa capacidade de sacrifício. Batman nos conclama a irmos na direção daquilo que há de mais épico em cada um de nós. E olha que eu não vou com a cara dele.
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O Coringa por sua vez é o que temos de louco, egoísta e libertador. Há um curinga em cada baralho, a carta do acaso. E há um Coringa em cada um de nós, um relance, um lapso, uma atitude. Se você procurar entender o Coringa dessa forma você possivelmente vai sacar porque ele gosta de explodir coisas. Ele não tem conflitos porque cria sua própria realidade e lhe basta que faça sentido para si próprio. Vê batman e a si próprio como iluminados, aberrações para a sociedade por estarem acima do homem comum.
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Batman e Coringa são tão complementares que disputam moralmente uma alma. O resultado é a síntese de seu conflito, uma expressão física do antagonismo entre herói e vilão. É por isso que o Duas-Caras sempre foi um vilão menor: ele é o filho da disputa de dois algozes maiores.
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Duas Caras:
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Wiki: Duas-Caras um dia foi Harvey Dent, promotor de Gotham City e aliado próximo de Batman. Após ter sua face criminosamente desfigurada com ácido, Dent tornou-se o insano chefe do crime Duas-Caras que escolhe entre o bem e o mal dependendo dos resultados do lançamento de uma moeda — um artifício usado na versão de 1932 do filme Scarface.
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Originalmente, ele era um dos vários vilões baseados em artifícios, aplicando crimes baseados em torno do número 2, como roubar o Segundo Banco Nacional de Gotham as 2 horas do dia 2 de fevereiro. Nos anos recentes, escritores descreveram essa obsessão pela dualidade e sua tendência ao crime como resultado de de uma disordem de multipla personalidade e uma história de abuso infantil. Ele obsessivamente faz todas decisões importantes lançando uma moeda com duas caras, uma totalmente deformada.
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Em outra história contava o seguinte, o Coringa foi preso e acusado pelo promotor Harvey Dent. Os dois estavam conversando na sala de interrogatório, o Coringa falou: "Um dia, Harvey, você ainda vai mostrar seu lado criminoso!". Na noite seguinte, o Coringa escapou e fugiu para as fábricas de químicas das Indústrias Wayne, Harvey e Batman perseguiam-no lá dentro. De repente, o Coringa atira em um barril de gasolina, a explosão do barril atinge metade da face de Harvey, deixando com o rosto desfigurado.
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Sobre Duas-Caras não há muito que seja importante além da curiosidade de que ele representa a paralisação diante do conflito. Tudo se decide na sorte, inclusive suas próprias ações. Entre a loucura e a sanidade; entre o bem e o mal; entre Batman e Coringa há o Duas-caras; o acaso, a circunstância.
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Entre você e um defunto, para o Duas-Caras há apenas sorte. Ele não pretende mais controlar seu próprio destino, mas joga cara ou coroa para decidir suas próprias atitudes. Sem dúvida ainda mais insano que o Coringa, mesmo que não tenha tanto a nos dizer. O Duas-caras é metade Batman e metade Coringa e é por isso que vê-lo é tão insuportável. Ele representa a não solução de nossos conflitos, quando não conseguimos nos decidir qual dos dois ser.
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De repente isso não te lembrou "O retrato de Dorian Gray"?
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É Batman quem se olha.
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Concluo meu discurso sobre super heróis com um quadro de família perfeito. Foi essa imagem que me fez comerçar a falar nisso tudo, lá atrás.
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Mesmo que sempre me seja tentador colocar imagens onde o vilão leva a melhor e que na maioria das vezes eu realmente torça por esse final, que também seria bonito...
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...no caso do Coringa, mais especialmente que em todo o resto...
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...o vilão nunca pode vencer.
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Ou o chato do Batman perderia o sentido, não é mesmo?
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O Coringa vive para lutar outro dia.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Atitude.

O importante é estar pronto para, a qualquer momento, sacrificar o que somos pelo que podemos vir a ser.
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Deixem-me dizer-vos neste momento que não fazer nada é a coisa mais difícil do mundo, a mais difícil e a mais intelectual.
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Frases de sábios, não são minhas. A mim resta tomar alguma atitude.
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Se formos mudar as coisas de modo como devem ser mudadas, teremos de fazer coisas que não gostaríamos de fazer.
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Em que pese doer;
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Atitude.
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Frente a perigo de morte, salve sua alma. Salve sua história. Não se acovarde.
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Dói arrancar anéis e dedos juntos. A coisa mais bela e terrível deste mundo é quando nossa honra é posta a prova. É preciso vigiar nossa honra de perto e saber os momentos cruciais onde ela é testada.
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Quando eu caí eu sofri muitíssimo. Não acontecerá duas vezes.
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Posto que para sermos servidos temos que ser dignos, eu me calo diante de julgamentos e me liberto de ser réu. Para sempre.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A submissa no internato: Madres e Disciplina.


Disclaimer: Tudo nesse texto é opinião pessoal. Não encham meu saco, por gentileza.

A Dominação feminina lança mão de outros papéis mentais, muito diversos dos papéis simbólicos que nós usamos. Para lidar com meninas, uma Mulher precisa saber o que está fazendo.
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Os ícones matriarcais de poder são disciplinadores. Eu consigo entender a beleza das brincadeiras entre mulheres. Uma putinha que se ajoelha pra outra mulher e olha seus castigos com doçura merece meu respeito sacana.
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Ela se despiu da idéia cultural de que as mulheres são rivais sutis umas das outras; abriu mão dessa intriga subterrânea da vaidade. Se, biologicamente, a foda a coloca numa posição passiva diante de um homem que tenha sequer o mínimo de atitude, quando ela se ajoelha pra outra mulher ela o faz, na minha cabeça, porque realmente é boazinha.
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A ausência do falo não parece prejudicar o desempenho das Dommes: Elas dirão ardentemente que embora seja um símbolo de poder universal, isso não faz falta para a dominação delas. Seja por isso ou porque elas sempre conseguem improvisar um pau pra garotinha chupar, fato é que muitas delas realmente sabem o que estão fazendo. Acho as boas Dommes grandes disciplinadoras.
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Saem os papéis violadores do tarado, do estuprador, do pai que bolina a filha: Esses papéis são nossos, típicos da Dominação masculina. Entram a freira do colégio, a mãe que dá castigo, a professora. Na minha opinião, esses papéis, e a própria idéia da Domme, é construída a partir do adestramento e da disciplina. Talvez por isso Dommes sejam tão enfáticas quanto a castigos físicos penosos.
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Me parece que o ponto fundamental talvez seja compreender que as dezenas de arquétipos dos quais se vale a Dominação Masculina não são as mesmas matrizes de arquétipos que as Domme usam. Realmente não são estilos de Dominação concorrentes, mas maneiras diferentes de subjugar e obter prazer.
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Por isso não tenho nenhuma rivalidade com a idéia de ameaçar uma sub com a gostosa brincadeira de que "vou entregar ela na mão da Tia fulana", pra ela receber um corretivo. Um dia eu vou negociar uma coisa dessas e ficar olhando o circo pegar fogo, pra me divertir.
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A impressão que tenho é que vou ter orgulho da sub que não tiver orgulho em ser obediente a alguém do próprio sexo. E que, em um empréstimo como esse, no final da sessão, os olhinhos meigos vão procurar por mim. É o meu abraço que vai contar, depois da surra.
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Emprestar a submissa é algo grave e tem que ser muito dialogado. Eu nunca emprestaria ou conduziria uma sub a esse tipo de situação sem ter certeza de que o amor dela suporta. Mas no final, tenho certeza de que seria a minha própria autoridade reforçada pela cena.
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Não tem nada demais mandar seu bichinho de estimação para uma aula extra de adestramento. As Madres costumam entender bem o que as garotinhas precisam aprender.
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Toda Madre de colégio interno é cruel zeladora da disciplina do catecismo escrito pelos Bispos.
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No caso do empréstimo, uma boa Domme entende exatamente o que significa essa afirmação.
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domingo, 9 de novembro de 2008

Para ser Rei.


Ser Rei é um estado de espírito. Não depende de possuir terras, palácios ou servos. Todo homem deveria ser Rei.

Meu Reino fica no meu coração. No que vai ecoar de mim para sempre, como essência.

Que sejam grandes as minhas tragédias, eu as invoco todas sem temor. A vida por certo me dará triunfos equivalentes. Vale a pena.
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Eu invoco o sangue de uma longa tradição de homens corajosos à qual pertenço. Não precisei nascer nobre para ser Rei. Eu cultivei meu próprio reino dentro de mim.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Fight Club - Trechos do roteiro

Iluminação inicial sobre identidade masculina.

TYLER: The things you own, end up owing you. But do what you like, man.

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Clube da luta - Trecho 1

TYLER: If you could fight anyone, who would you fight?

JACK: I'd fight my boss, probably.

TYLER: Really?

JACK: Yeah, why, who would you fight?

TYLER: I'd fight my dad.

JACK: I don't know my dad. I mean, I know him, but he left when I was like six year old. Married this woman, had more kids. He did this like every six years. Goes to a new city and starts a new family.

TYLER: He was setting franchises. My dad never went to college, so it was really important that I'd go.

JACK: Sounds familiar.

TYLER: So I graduate, I called him a long distance and asked: "Dad, now what?", he says "Get a job".

JACK: Same here.

TYLER: When I turned twenty five, my yearly call again "Dad, now what?", he says "I don't know, get married!"

JACK: I can't get married, I'm a thirty-year-old boy!

TYLER: We're a generation of men raised by women. I'm wondering if another woman is really the answer we need.

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Clube da luta - Trecho 2

JACK (Thinking): We all started seeing things differently. Everywhere we went, we were sizing things up.

They hold hand grips. Jack looks up an ADVERTISEMENT; a CALVIN KLEIN ad featuring a tan, bare-chested MUSCLE STUD.

JACK (Thinking): I felt sorry for the guys packing into gyms, trying to look like Calvin Klein and Tommy Hilfiger said they should.

JACK(indicating the advertisement): Is that how a man looks like?

Tyler looks at the C.K. advertisement and laughs.

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Clube da luta - Trecho 3

Fight club became the reason to cut your hair short or trim your fingernails.

TYLER: Okay, any historical figure.

JACK: I'd fight Gandhi.

TYLER: Good answer.

JACK: How about you?

TYLER: Lincoln.

JACK: Lincoln?

TYLER: Mm. Big guy, big reach. Skinny guys fight till they're burger.

Jack reaches his mouth pulls -- yanks a TOOTH. Jack looks at it.

JACK: Fuck.

TYLER: Hey, even the Mona Lisa's falling apart.

Jack drops the tooth in the sink.

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Clube da luta - Trecho 4

JACK (Thinking): I became the calm, little center of the world. I was the Zen master.

CLOSE UP - COMPUTER MONITOR. Haiku is BEING TYPED in a trendy, italicized font.

"Worker bees can leave
Even drones can fly away. The queen is their slave"

JACK (Thinking): I wrote a little haiku poems.

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Clube da luta - Trecho 5

TYLER: But first you have to give up. First, you have to know, with no fear, know that someday you are going to die. Until you know that, you are useless.

Jack: This is your life and it's ending one moment at a time.

TYLER: It's only after we lost everything that we are free to do anything.

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Clube da luta - Trecho 6

TYLER: Man, I see in fight club the strongest and smartest men who have ever lived. I see all this potential -- God damn it, an entire generation pumping gas and waiting tables; they're slaves with white collars. Advertisements have them chasing cars and clothes, working jobs we hate so we can buy shit they don't need. We are the middle children of history, man. No purpose or place. We have no great war, or great depression. Our great war is a spiritual war. Our great depression is our lives. We've all been raised by television to believe that one day we'll all be millionaires and movie gods and rock stars -- but we won't. And we're learning slowly that fact. And we're very, very pissed off.

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Clube da luta - Trecho 7

JACK: Have we ever had sex?

MARLA: What kind of stupid question is that?!

JACK: Is it stupid because the answer's "yes" or because the answer's "no"?

MARLA: Is this a trick?

JACK: No, Marla, I need to know--

MARLA: You mean, you want to know if we were just having sex or making love?

JACK: We did make love.

MARLA: Is that what you're calling it?

JACK: Just answer the question, Marla, please. Did we do it or not?

MARLA: You fuck me, then snub me. You love me, you hate me. You show me your sensitive side, then you turn into a total asshole. Is that a pretty accurate description of our relationship, Tyler?


terça-feira, 28 de outubro de 2008

Nossos devidos lugares.


Não por culpa tua ou minha, é dado que nosso papel sexual possui simbologias de poder enquanto o de uma mulher possui simbologias de não poder. Associamos mentalmente o papel do violador à força e o da mulher a de receptora de nosso peso.

Poderia discutir longamente as razões histórico-culturais que fizeram o mundo ser assim ou lamentar sinceramente as desigualdades de gênero e a injustiça que é sermos uma sociedade de macacos racionais que se organizam a partir do patriarcalismo.

Olha, sinceramente, eu sinto muito por todos os estupros, agressões, limitações de direitos e opressões contra as mulheres. Lamento pelo que se estabeleceu desde a pré-história e gostaria de viver em um mundo justo onde os passarinhos cantassem enquanto anjinhos tocassem harpa.

Não é o caso, portanto, vamos aos negócios.

Sem discutir amiúde as razões, meu instinto é Dominar e o de minha submissa é sentir-se acolhida por ser minha posse. Eu gosto disso e ela gosta. Você, por estar aqui, possivelmente gosta também.

O papel da submissa é entender aspectos superiores da Dominação masculina. Quais são nossos símbolos, nossos códigos, nosso procedimento. Entender os mecanismos que nos despertam. As mulheres médias não investigam o universo masculino adequadamente e não tem a menor idéia de quais sejam nossos conflitos. E portanto, nossa beleza.

A submissão feminina, da gueixa oriental à dona de casa latino americana confunde-se com uma aceitação sexual desse papel. Vivemos em uma sociedade em que nosso sexo determina boa parte de nossas possibilidades e vivências. É lógico que existem mulheres que refutam completa ou parcialmente essa aceitação. Elas não me importam aqui, uma vez que pretendo falar da beleza contida naquelas que abraçam a vocação pessoal de serem protegidas por nós.

Por isso não há prazer maior para um homem como eu do que me sentir aceito como Dono, como mão forte e protetor de minha pequena vadia. O elo mais poderoso que pode existir entre eu e essa mulher é ver meu comando ser respondido com seu afeto e aceitação infinitas.

Que simbologias lindas há em minha cadela quando ela está de quatro para mim. Quando me abre as pernas ou quando eu lhe dou uns tapas e reafirmo esse elo. Quanta beleza está criptografada na sua aceitação servil de tudo quanto lhe imponho. O que está oculto entre nós dois quando eu a uso para me satisfazer é entendido apenas por nossas almas.

Sexo é violação. Sexo é poder.

Há profundidade e sentimento escondido nas entrelinhas do meu sorriso cínico em ver aquela mulher rendida e minha. Isto ultrapassa qualquer humilhação: é elo de confiança.

Há um devido lugar para cada um de nós. E esta mulher iluminada entende isso. Santa puta. Por entender seu papel diante de mim e do que eu represento, ela se eleva entre os seres e atinge um nível místico de integração com meu ser.

Ela não se revolta. Ela coopera.

Porque é vadia.

Porque é minha.

Família, Moral e Bons Costumes.


Não levo política para a cama. Estou me expressando no campo do sexo e não escrevendo um panfleto para estimular o machismo na sociedade.

O que escrevo aqui são questões da minha sexualidade privada e não pregação opressiva contra qualquer segmento da sociedade. Violência doméstica não tem graça e é coisa de covarde.

Também não sou pedófilo ou homofóbico, nem tenho nada com esta gente. Os desenhos aqui apresentados são arte erótica e não significam apologia a crime algum. Se você acredita em teses justificadoras da pedofilia ou na supremacia intelectual do gênero masculino você não é bem vindo.

Que fique absolutamente claro que estou do outro lado do muro, lutando para que haja uma sociedade onde eu possa expressar meus sentimentos por minha cadela sem que me encham o saco.

Neste blog eu pretendo falar de mim mesmo e de como me sinto em relação as simbologias contidas no sexo. Não quero te ofender mas não dou a mínima se você acha um absurdo intelectual.

Mas se você ficou molhada, meus cumprimentos. Na minha mente doentia, há uma intimidade entre nós a partir de agora. Volte sempre, o prazer foi todo meu.